aleatoriedades

Sobre 3 gatas e 1 gatinho.

quinta-feira, setembro 29, 2016

Fala galera! Tudo ok!?

Hoje vim aqui contar minha experiência e história com minhas 3 gatas, e meu gato. Confesso que quando comecei a escrever o post, imaginei contar algumas curiosidades felinas e tal. Mas comecei a escrever sobre meus gatos, e de certa maneira, o post virou a história deles, e um desabafo. Continue lendo, e vocês vão entender.

Bem quem me conhece, sabe que eu sou uma Catlover assumida, e pretendo ter pelo menos uns 7 gatinhos morando comigo. Sim, serei a loka dos gatos! Muahahahahaha. Enfim, quem aí ama gatos, sabe como é! É muito linda essa companhia, cheia de amor, carinho e afeto. E quem não gosta de gatos, é porque nunca teve um, sério. Falo por experiência própria. Eu já fui uma pessoa que não ligava mto para gatos. 

Maya e o ratinho rosa

Mas aí, um dia resolvi adotar uma dupla. Duas irmãzinhas. Maya e Miah, siamesa e tigrada. E foi a melhor coisa que podia ter feito! Uma experiência de amor felino sem tamanho. Brincava o tempo todo com elas, e quando estava ocupada com meus afazeres, elas sempre estavam juntinho à mim, seja deitadas na estante de livros, no sofá ou dormindo na cama. Eramos uma família linda.

 

 

Aí, passado algum tempo já, eu resolvi adotar mais uma gatinha. Afinal, 2 é bom e 3 é melhor ainda! Pensei. Haha. E veio a  Melissa, que era uma gatinha travessa toda preta. Uma fofura. Só que eu fiquei preocupada. A Maya e a Miah não aceitaram a Melissa logo de início, e como eu era novata como mãe de gatos, não sabia que gatos precisavam ser 'apresentados' a novos membros felinos de uma maneira especial, nem tinha ideia. Não entendia porque elas se estranhavam, e não começavam a brincar logo de uma vez. Resolvi pesquisar na net, sobre o que fazer pra introduzir a nova gata com as duas irmãs, que já eram donas da casa.



E então, descobri que eu precisava deixar a gatinha nova, num quarto sozinha, sem contato com as outras duas, para que elas fossem acostumando com o cheiro da novata, e não sentissem medo. Após acostumarem, iria apresentando elas aos pouquinhos, e sempre que fossem brincar com alguma coisa, eu tinha que estar presente, brincar junto, para entenderem que a novata não seria uma ameaça. Achei super curioso! Mas foi uma ótima experiência. Conforme eu ia brincando com as 3 juntas, elas iam ficando mais confortáveis. Confesso que foi um pouco trabalhoso e demorado. Até que elas ficaram mais tranquilas, e já brincavam sozinhas. Depois, foram dias felizes.



Acontece, que eu tive que deixar o apartamento onde morava com as 3 gatas, e voltar pra casa dos meus pais. Foi um sofrimento, pois elas já estavam acostumadas a ter somente eu em casa. Quando chegaram na nova casa, estranharam muito. Tivemos que tomar umas medidas cautelosas para com elas, para que não ficassem com medo e fugissem. Levei as 3 para castrar. Além do gato ter uma vida mais saudável e duradoura, a castração pode ajudar o gatinho a ficar menos agitado. Descobri isso pesquisando também. Tomávamos todo o cuidado com a porta, que não podia ficar aberta, e também com as janelas. O quintal é até grande, e a área do fundo é coberta e fechada, então imaginei que não teria problema. Depois, fiquei sabendo que atos não precisam de um espaço muito grande para estarem bem.





Porém, com pouco mais de 2 semanas que tinha voltado pra casa, a Melissa sumiu. Não consegui achar ela em lugar nenhum. Procuramos nos vizinhos, fiz anuncio no face, no bairro e nada. Creio que ela achou a porta aberta, em algum momento de descuido, e acabou saindo para a rua. Era novinha ainda, tinha uns 6 meses. Fiquei profundamente triste e sem saber o que fazer. Gostava demais dela, era uma gatinha muito carinhosa, daquelas que sobe no seu colo e pede abraço.


Depois disso, eu toda preocupada, redobrei a atenção. A Maya e a Miah já estavam mais acostumadas, não iriam fugir, pensava. A Maya sempre foi a mais espoleta, adorava descobrir as coisas e era super curiosa. A Miah era super medrosa, e só deixava eu chegar perto dela. Passava quase todo o tempo no meu quarto. Conforme o tempo foi passando, foram se acostumando mais, até ficarem super preguiçosas no sofá, assistindo TV com a família.


Nesse tempo eu adotei um novo gatinho. Minha mãe ficou louca, claro, mas eu não tive escolha. Eu resgatei ele de um terreno baldio, que tem perto da casa do Lucas (meu namô e colaborador aqui do blog). Ele estava chorando muito lá, e ia começar a chover. Fui lá, peguei o gatinho e subi pro apê do Lucas. Aí resolvemos que iriamos cuidar dele e que eu o levaria pra minha casa. Demos água pra ele, e um pouquinho de leite. Comprei ração de filhotinhos, aqueles sachês com pedacinhos de carne, foi uma beleza. Batizei ele de Teemo (igual ao personagem do League of Legends, hehe). 


Ele, um gato guaxinim como dizem, um tigrado da cor de mel. E então levei-o pra casa. Fiz a mesma introdução que citei acima, separando os gato em seus espaços, e brincando com eles aos poucos. Porém o Teemo acabou ficando mais tempo sozinho no meu quarto do que deveria. Isso acabou deixando-o um pouco arisco. Mas ele só precisava se socializar  mais, e então deixei ele perto das outras gatas. No fim, a Maya continuou sem gostar dele, a Miah não ligava muito.


Passaram mais uns 6 meses, e então a Maya resolveu sumir tmb. Porém, eu jamais imaginaria. Ela já estava toda acostumada com o Teemo, embora não gostasse dele. A Maya costumava sair pelos telhados, com os gatos vizinhos. Não tinha como colocar tela pelo quintal todo, então não tinha como eu prender ela. Mas ela sempre voltava. Porém um dia ela foi e não voltou mais. Acho que foi o dia que mais chorei. Sério. Amava demais aquela gata. Fiquei me culpando por um bom tempo. Até que alguém me disse que não era culpa minha, e que gatos, as vezes tem isso de quererem explorar o mundo. Hoje, quando penso na Maya, imagino ela por aí, caçando borboletas como gostava de fazer aqui em casa. Acho que é menos doloroso dessa forma.

Maya
Enfim, hoje tenho a Miah e o Teemo. A Miah continua medrosa, porém bem menos. É super carinhosa, e ama carinho também. Adora ficar "amassando pãozinho" com as patinhas no braço do sofá, e sempre me da mordidinhas de amor. Gatos tem muito disso, se eles gostam muito do carinho, começam a dar mordidinhas. O Teemo está super sociável, embora não goste muito de carinho. Só quando está dormindo. Adora dormir na minha cama quando estou aqui no quarto, mexendo no note. Ele é super espoleta, ama a Miah e gosta de brincar com o Luke, um dos meus cachorros Shitsu (sim, tenho 4 cachorros aqui em casa tmb, OMG!). O Luke adora o Teemo tmb, e os dois costumam dormir juntos. 



Eu não adotei mais nenhum gatinho, por medo de fugirem. Ainda tenho muito medo disso, então decidi deixar as adoções para quando estiver morando em um apê novamente. Eu busco ajudar as ONGs de adoção, compartilhando os posts no face, indicando pessoas que tenham interesse em adotar. Acho que é o mínimo que posso fazer. Mas é claro, se eu encontrar algum gatinho perdido e abandona, como foi com o Teemo, não penso duas vezes. Mesmo que for para dar lar temporário. 


Bem gente, o post ficou um tanto longo e emocionante pra mim mesmo. acho que nunca tinha escrito a história dos meus filhotes assim. Fiquei super nostálgica aqui. Mas acho que consegui expressar o que queria, quanto as experiências e ao amor que tenho pelos meus gatinhos. Quando você aprende a amar um gato, sabe que nunca estará sozinho e sempre terá o amor retribuído, de uma forma ou de outra. 

Vou deixar as curiosidades para um próximo post, pois são muitas também. Quando o assunto é gatos, me empolgo super! Espero que tenham gostado!!!

Bjos! 
See ya.







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3 comentários

  1. Nossa Kate, bem tenso esse lance das suas gatas sumirem :( meu gato que tinha 6 anos sumiu quando eu adotei uma cadelinha, o que mais dói na gente é não saber o que aconteceu.

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    1. Pois é né Ju! :( eu ainda sinto muito a falta delas, mas como disse, prefiro pensar que elas estão bem em algum lugar por aí! bj!

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  2. Nossa Kate, bem tenso esse lance das suas gatas sumirem :( meu gato que tinha 6 anos sumiu quando eu adotei uma cadelinha, o que mais dói na gente é não saber o que aconteceu.

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